Empreendedorismo Feminino: conheça histórias de mães que estão brilhando

48% das mães saem de seus trabalhos nos primeiros 12 meses após terem seus filhos
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no print
Print
Imagem: Canva
Imagem: Canva

A empresária Priscilla Florez, 36 anos, começou a empreender após a maternidade. A história dela aconteceu por acaso. Quando foi iniciar o processo de introdução alimentar de sua filha Lorena, ela percebeu a dificuldade de alimentá-la adequadamente fora de casa. Foi aí que decidiu pedir ajuda para a sogra, que é modista, para desenvolver um cinto que promovesse segurança e conforto para a filha. A criação deu tão certo que os cintos começaram a ser cobiçados pelas mães por onde ela passava. E de encomenda em encomenda surgiu a Amorinha Care, que completou um ano em 2020, com expansão de portfólio e abertura de um e-commerce.

Histórias como a de Priscilla têm sido cada vez mais frequentes. Em grande parte dos casos é resultado de demissões ou falta de flexibilidade no trabalho. Segundo estudo da FGV, 48% das mães saem de seus trabalhos nos primeiros 12 meses após terem seus filhos. E na maioria das vezes a saída se dá sem justa causa e por iniciativa do empregador.

Mas hoje, no Dia do Empreendedorismo Feminino, o iMom trouxe exemplos positivos para inspirar as mães que estão começando a empreender ou precisando de um empurrãozinho para fazer dar certo.

Conheça mais alguns casos de sucesso:

Marisa Melo – UP Time Art Gallery

Marisa é artista, curadora artística e idealizadora de uma galeria de arte itinerante, a UP Time Art Gallery.  Seu trabalho reúne artistas do Brasil e de países da Europa para apresentar ao mundo o que há de melhor na arte e, consequentemente, alcançar o seu objetivo como empreendedora de disseminar a arte para todos os públicos. A empresária trouxe para São Paulo uma campanha solidária, exposição que visa arrecadar 30% das vendas das obras de cada artista para o Projeto Partager, órgão que ajuda os mais vulneráveis na pandemia. Aberta gratuitamente para todos os interessados, a exposição ficará presente na cidade até o dia 29 de novembro no Le’Bou Food Art, espaço de arte e gastronomia, localizado no Itaim Bibi.

Regina Jordão – Pello Menos

Regina Jordão, CEO da rede de depilação Pello Menos, abdicou de uma carreira estável no setor público para se lançar ao empreendedorismo. O começo na área, quando auxiliava um amigo médico, parecia mais tranquilo, até o marido ser desligado do trabalho e a necessidade bater à porta. Foi então que criou um centro de depilação, em 1996, contrariando as projeções pessimistas de quem dizia que as mulheres no Rio de Janeiro não precisavam do serviço. De boca em boca e com muita panfletagem, Regina mostrou ao público seu produto que ameniza a dor e agiliza o processo. Não à toa, o negócio que começou com investimento de R$ 40 mil alcançou um faturamento de R$ 46 milhões em 2019 e já conta com mais de 50 lojas.

Rosana Braem – Bendito

Rosana Braem deixou a carreira estável em uma emissora de televisão brasileira para se tornar freelancer e ressuscitar uma paixão: produzir brownies e cookies. De pequenas e médias encomendas, logo Rosana sentiu a necessidade de alugar um espaço que funcionou como seu ateliê. Com o ritmo fluindo, inaugurou o Bendito em 2009, em Copacabana (RJ). Com apenas 28m², a simpática loja já funcionava com sua marca bem formatada, unindo estética à qualidade. Em 2014, instalou-se em um espaço maior, de 150m² no mesmo bairro e, num intervalo de apenas quatro anos, abriu mais quatro lojas. E foi ao abrir a quinta, que a empresária decidiu entrar no franchising, unindo-se à rede Espetto Carioca.

Vó Sônia – Casa de Bolos

A necessidade foi o motivo que impulsionou a criação da Casa de Bolos. Aos 74 anos, Sônia Maria Napoleão Ramos, ou simplesmente ‘Vó Sônia’, como é carinhosamente chamada, colhe os frutos de uma atitude tomada em 2009. Quando Rafael Ramos, o filho caçula, perdeu o emprego, a família se viu obrigada a encontrar uma maneira urgente de complementar a renda e fechar as contas do mês. A ideia de fazer os bolos caseiros e sair vendendo pela redondeza extrapolou as ruas de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e hoje a empresa conta com 370 unidades.

Artigos relacionados

Assine nossa newsletter


Siga-nos

Publicidade

Mais lidos