A diferença entre o cansaço e a preguiça

Por Silvia Regina Angerami
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Imagem: Canva
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Fim de ano é fogo!! Tantos compromissos, tanta gente pra confraternizar… Quando morei em Portugal, senti muita falta de me encontrar pessoalmente com a turma toda. Mas na verdade, foi quase que como um “ensaio” para a passagem de 2020 para 2021, quando ninguém encontrou ninguém…

 

Mas neste ano, com quase todo mundo já vacinado, e as saudades monstras de abraçar as pessoas de novo, muita gente está se aventurando em encontros de fim de ano, ainda que cercados de todos os cuidados: máscaras, álcool gel e distanciamento… Bom, o distanciamento, confesso, nem todo mundo tá respeitando. A vontade de abraçar é bem maior do que o medo de pegar o maldito vírus. E assim vamos… Esses tempos pandêmicos serão para sempre lembrados, entrarão para a história.

 

A verdade é que este fim de ano não está sendo tão diferente dos “normais”! O cansaço parece comum a todos… Cansaço do on-line, do virtual, do trabalho exagerado, da lista de afazeres…

 

No meu caso, como trabalho em home office desde antes da pandemia, me sinto privilegiada, porque posso fazer a siesta de vez em quando, depois do almoço. E aí rapidinho (uns 15 a 20 minutos) recupero as minhas energias para o segundo tempo do dia. Minha dúvida é: essa minha paradinha estratégica é só cansaço, ou é mesmo preguiça, o tal do “pecado capital”?? A gente costuma se cobrar muito, né?? “Tenho que ser a mãe perfeita, a esposa perfeita, a profissional perfeita…” e por aí vai.

 

Quando o cansaço fala mais alto
Mas nessa época do ano, o cansaço às vezes fala mais alto. E olha que eu sou dessas pessoas que trabalham com o que amam (no meu caso, os livros). Por mais que a gente trabalhe quase que o tempo todo no “flow”, ou seja, naquele estado em que a gente nem sente o tempo passar, nem sempre o que estamos a fazer tem relação com o nosso propósito.

 

Isso porque nesse esquema de empreendedora-moderna-que-trabalha-em-casa, a gente tem que cumprir todas as funções de uma empresa: de CEO à moça do cafezinho e todas as demais entre uma e outra. E isso cansa.

 

Aí entra a minha segunda pergunta. Quando a gente cansa, temos duas escolhas: desistir ou descansar. Qual é a sua escolha? Eu escolho descansar. É por isso que faço minha paradinha estratégica durante o dia.

 

Que você também encontre, no seu dia, um momentinho que seja propício para o descanso. E que não se sinta culpada e nem “preguiçosa” quando bater esse cansaço, que é supernatural e comum a todo ser humano.

 

Esse é meu recadinho de fim de ano para você, mãe. Feliz Natal e que 2022 seja gentil com a gente.

 

Silvia

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